segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Pascoal D'Ávila Maynard (PAI)

"Acabo de receber do escritor e memorialista, Murillo Melins, 
esta fotografia do meu pai.  Obrigado, querido amigo". (Pascoal Maynard)
Foto e Legenda reproduzidas do Facebook/Pascoal Maynard

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Homenagem da Livraria Escariz ao escritor Murillo Melins



Homenagem da Livraria Scariz ao escritor MURILLO MELINS (Dia dos Pais do ano 2018)

Economista nascido na cidade de Neópolis, o escritor, que mora em Aracaju a mais de 50 anos é PAI de 5 filhos e avô de 3 netos. Murillo construiu uma família linda, sua fonte de vitalidade. Falando em família - e particularmente dia dos pais - o autor nos diz que se fosse resumir o seu pai em uma palavra, seria: saudade. Afinal, a saudade eterniza a presença de quem se foi.

Apaixonado por Aracaju, o escritor diz que vende histórias da cidade, ele lançou um livro onde conta toda a história da capital desde os anos 40, que por sinal, a obra fez tanto sucesso que já está na sua 4ª edição.

Gratidão Murillo, por ser pai, avô e ainda engrandecer a nossa história, a história da cidade, que tanto amamos e que você com todo talento a escreve de forma formidável. Um feliz dia dos pais!

Texto e imagens reproduzidos do site: picruby.com

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

João Cardoso do Nascimento Júnior

Homenagem da UFS a João Cardoso do Nascimento Júnior (in memoriam), primeiro 
reitor da instituição, de 1968 a 1972. O homenageado foi responsável 
pela criação dos cursos de Odontologia, Engenharia Química, 
licenciatura em Química, Ciências Biológicas, Matemática, 
Física, Administração e Ciências Contábeis.
Foto e Legenda reproduzidas do site: ufs.br

domingo, 2 de dezembro de 2018

Pascoal Maynard (FILHO)


Pascoal Maynard é jornalista, graduado em Comunicação Social pela Universidade Tiradentes, músico e produtor cultural. Responsável pela produção e direção de vários documentários e espetáculos musicais para a televisão e teatro.

Em outubro de 2015, participou como convidado do Brasilianisches Kulturfestival Wien 2015 (Festival do Brasil em Viena 2015), apresentando na Embaixada do Brasil daquele país, três documentários por ele dirigidos, sobre a Cultura sergipana.

Pascoal tem participado desde os anos 60, de forma efetiva da vida artística e cultural do Estado de Sergipe. Em 2016, foi homenageado com a Medalha do Mérito Monsenhor Silveira, pela Associação Sergipana de Imprensa e recentemente eleito por unanimidade para a Academia de Letras de Aracaju.

sábado, 27 de outubro de 2018

Alina Leite Paim


Sergipana, escritora, comunista, silenciada e esquecida. Assim podemos resumir a vida e obra da sergipana nascida no município de Estância em 10 de outubro de 1919, cuja obra chegou a ser prefaciada e elogiada por Graciliano Ramos e Jorge Amado. Por ter perdido a mãe ainda pequena Alina Leite Paim foi criada na cidade de Simão Dias por três tias, com quem teve uma educação severa e rígida. Militante do Partido Comunista do Brasil e das causas feministas foi perseguida pelo regime militar, sofrendo perseguições e pressões de toda ordem inclusive processo judicial conforme relatado pelo pesquisador Gilfrancisco dos Santos. Além de contribuir com artigos em vários jornais, Alina escreveu dez romances e quatro livros infantis, tendo alguns deles editados na Rússia, China, Bulgária, e Alemanha. A Professora Ana Leal Cardoso, da Universidade Federal de Sergipe, destaca o fato de as obras de Alina Paim estarem “repletas de personagens femininas e feministas que lutam por um mundo mais justo. De ‘Estrada da Liberdade’ (1944) a ‘A Correnteza’ (1979), a luta da mulher por um espaço mais democrático e inclusivo está presente. Sua narrativa é construída por uma sensibilidade artística bem trabalhada, capaz de traçar caminhos que levam o (a) leitor (a) a diferentes ‘mundos’: do Nordeste rural à vida de mulheres trabalhadoras”. No artigo “Alina Paim, uma romancista esquecida nos labirintos do tempo”, a Professora Ana Leal explica o provável motivo do esquecimento de sua obra: “talvez pelo fato de ela ser comunista e suas obras estarem repletas de denso teor socialista (naquela época, um compromisso com o PCB) que reivindica direitos iguais para todos, o que não agradava nem ao governo e nem aos empresários do mundo editorial e artístico”. Alina Leite Paim faleceu no dia primeiro de março de 2011.

Texto e imagem reproduzidos do blog: habeasmentem.wordpress.com

Maria Rita Soares de Andrade


Nascida em 03 de abril de 1904 em Aracaju, a filha de operários Maria Rita Soares de Andrade foi a primeira mulher nomeada Juíza Federal no Brasil. Formou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia em 1926, apenas a terceira no estado a conseguir o feito, atuando como advogada tanto na capital baiana como em Aracaju. Foi membro do Ministério Público e do Conselho Penal e Penitenciário, professora de literatura no Colégio Atheneu Sergipense e de Direito Comercial na Escola do Comércio, além de ter funcionado ad hoc como Procurador da República e Procurador Geral do Estado. Teve atuação de destaque no movimento feminista ao lado de Bertha Lutz. Numa CPI para investigar a situação da mulher ocorrida na década de 70, ela falou de improviso citando pessoas, datas e narrando acontecimentos relacionados com a história da liberação da mulher brasileira com uma precisão que impressionou a todos (três senadores e três deputados, alguns jornalistas e curiosos) que assistiram ao seu depoimento. Ao final da palestra, quando o senador Heitor Dias (Arena-BA) afirmou que não havia mais discriminação contra a mulher, tanto que o homem geralmente a coloca “num altar”, Maria Rita interrompeu-o com um sonoro “discordo” esclarecendo que “é justamente esta história de colocar a mulher num altar, que vem nos desgraçando”. Faleceu em 1998 aos 94 anos de idade na cidade do Rio de Janeiro onde atuava como advogada após sua aposentadoria compulsória do cargo de Juíza Federal, exercendo a magistratura como titular da 4ª Vara Federal. Apesar do alto grau de renome e importância alcançado por ela na magistratura brasileira, infelizmente Maria Rita é mais uma de muitas ilustres desconhecidas em sua própria terra.

Texto e imagem reproduzidos do blog: habeasmentem.wordpress.com

Aglaé Fontes


Professora, escritora, folclorista, historiadora, uma das maiores pesquisadoras do folclore do estado de Sergipe, diretora do Centro de Criatividade de Sergipe, sócia do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe e integrante da Academia Sergipana de Letras. Chegou a ser secretária de Estado 3 vezes. Apresentadora e produtora do programa “Andanças do Folclore Sergipano” na TV Caju. Ajudou muito a ingressar na vida artística, com sua escolinha de música, por volta do ano de 1950. A incansável Aglaé D’Ávila Fontes nasceu na cidade Lagarto, mas morou em diversas cidades em virtude da profissão do pai, servidor público. Licenciada em Filosofia e pós-graduada em Educação Musical pela Universidade Federal de Sergipe, sua grande paixão sempre foi a licenciatura além da dedicação para com a cultura e tradição sergipana, tanto que, mesmo aposentada continua ativa, ensinando e preocupada com a conscientização dos sergipanos da importância de que as novas gerações tenham um referencial cultural.

Texto e imagem reproduzidos do blog: habeasmentem.wordpress.com

Eufrozina Amélia “Zizinha” Guimarães



Nascida no município sergipano de Laranjeiras, Eufrozina Amélia Guimarães, a Professora Zizinha, destacou-se em sua atuação comprometida como professora e artista numa época em que uma mulher e em especial a mulher negra dificilmente alcançava alguma posição de destaque. Infelizmente, mesmo com sua atuação decisiva no campo educacional de Laranjeiras, sabemos muito pouco sobre sua história. Acredita-se que tenha nascido em 26 de dezembro do ano de 1872. Teve acesso a educação tendo assim a oportunidade de demonstrar sua inteligência aguçada, talentos e habilidades. Afirma  a discente do curso de Museologia da Universidade Federal de Sergipe e integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas em História das Mulheres – GEPHIM, Lívia Borges Santana: “É inquestionável a importância da professora Zizinha para a formação da sociedade de Laranjeiras. Ela dedicou sua vida ao ofício de ensinar e contribuiu para o crescimento intelectual de várias gerações de sergipanos. Contudo, sua história está dispersa em páginas de trabalhos acadêmicos e em algumas publicações. Seus objetos pessoais estão espalhados nos mais diversos e inusitados acervos, fato que torna sua memória ameaçada pelo esquecimento. Diante de tudo isso, é necessário garantir a salvaguarda dessa memória, uma memória que conta de maneira surpreendente detalhes da vida de uma professora que é lembrada até hoje por seus ex-alunos como uma pessoa inteligente, elegante e amável.” Infelizmente, mesmo tendo se passado quase sete anos desde que essas palavras foram escritas, pouco foi feito no intuito de se mudar essa realidade de falta de reconhecimento sobre a história de uma das mais ilustres personalidade não apenas de Laranjeiras, mas de todo o estado.

Texto e imagem reproduzidos do blog: habeasmentem.wordpress.com

Ofenísia Soares Freire



Professora, militante política e intelectual sergipana, Ofenísia Soares Freire é natural da cidade de Estância de onde saiu para estudar no Colégio Interno Senhora Santana em Aracaju em 1925. Retornou para Estância após se diplomar no magistério pela Escola Normal Rui Barbosa, onde se dedicou a docência com especial engajamento. Possui uma longa história na atividade docente, lecionando no Atheneu Sergipense onde ficou até sua aposentaria em 1966. Além do Atheneu, lecionou no Colégio Jackson de Figueiredo e no Colégio Tobias Barreto e, depois de sua aposentadoria continuou suas atividades, dando aulas em pré-vestibulares, ministrando cursos, participando da comissão julgadora de vários concursos literários. Foi ainda assessora do reitor na UFS, com o Cargo de Revisora de Textos no período de 1984-1988, membro do Conselho Estadual de Cultura, membro do Conselho Estadual de Educação, sócia do Instituto Histórico de Sergipe. Foi também militante política, especialmente nos duros anos da Ditadura Militar quando foi perseguida, teve seu mandato extinto como conselheira estadual da educação e foi afastada da cadeira no Atheneu Sergipense. Intelectual respeitada publicou inúmeros livros, com destaque para a obra “Presença Feminina em Os Lusíadas”, tendo sido a segunda mulher a assumir uma cadeira na Academia Sergipana de Letras. Faleceu em 24 de julho de 2007 aos 93 anos deixando um vasto legado intelectual para o estado de Sergipe.

Texto e imagem reproduzidos do blog: habeasmentem.wordpress.com

Terezinha Oliva de Souza



Terezinha Alves Oliva é autora do livro “Impasses do Federalismo no Brasil: Sergipe e a Revolta de Fausto Cardoso”, obra importante no entendimento dos primeiros anos da República em Sergipe. É a mais velha de dez irmãos, nascida na pequena Riachão do Dantas, no sul do estado. Mudou-se para a capital, Aracaju, em 1956 onde, por já saber ler com fluência, foi transferida do pré-primário para o Primeiro Ano. Cursou no Colégio Patrocínio São José os ensinos Primários e o Ginásio ingressando recém-criada Universidade Federal de Sergipe em 1968, graduando-se em História em 1971, finalizando o mestrado também em História pela Universidade Federal de Pernambuco em 1981 e o doutorado em Geociências (Geociências e Meio Ambiente) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho em 1998. Aluna de Beatriz Góis Dantas durante a graduação atuou junto à mestra, na qualidade de estagiária no fim do curso, no projeto de reorganização do Arquivo Público do Estado, órgão o qual dirigiu depois de formada. Foi também diretora do Museu do Homem Sergipano, vinculado à Universidade Federal de Sergipe, ocupou a chefia do Departamento de História e do Programa de Documentação e Pesquisa Histórica (PDPH), e atualmente é a oradora oficial do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe. Seguindo os passos de Maria Thétis Nunes e Beatriz Góis Dantas, Terezinha Oliva foi peça fundamental na ampliação do conhecimento da história sergipana, seja através dos livros e artigos, frutos de extensa e minuciosa pesquisa, seja pelo comprometimento, seriedade e rigor a frente dos órgãos e departamentos onde atuou.

Texto e imagem reproduzidos do blog: habeasmentem.wordpress.com

Beatriz Góis Dantas


Graduada em Geografia e História pela Faculdade Católica de Filosofia, em História pela Universidade Federal de Sergipe e Mestra em Antropologia pela Universidade Estadual de Campinas, Beatriz Góis Dantas é a mais importante antropóloga e pesquisadora na área em Sergipe. Possui rica obra publicada em livros, capítulos de livros e artigos em revistas especializadas sobre as populações indígenas e religiões afro-brasileiras em Sergipe. Nascida em 1 de Dezembro de 1941 na cidade de Lagarto, essa pesquisadora incansável foi responsável por preencher uma lacuna histórica na bibliografia sobre o suposto “desaparecimento” dos índios sergipanos na segunda metade do século XIX, identificado na realidade como um processo de negação das identidades indígenas associada a expropriação de terras. Em 1970 assumiu a direção do Departamento de Cultura e Patrimônio Histórico onde permaneceu apenas oito meses, tempo suficiente para efetivar o mapeamento da situação dos monumentos tombados pelo Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Sergipe, bem como o registro fotográfico das imagens e santos localizados na igreja e a reorganização e recuperação do Arquivo Público Estadual. Aposentou-se como Professora da Universidade Federal de Sergipe em 1991 estando atualmente a frente da Comissão Permanente de História do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe.

Texto e imagem reproduzidos do blog: habeasmentem.wordpress.com

Maria Thetis Nunes


Nascida no município de Itabaiana em 06 de janeiro de 1925, Maria Thetis Nunes foi a primeira sergipana a ingressar no ensino superior, formando-se em História e Geografia na Faculdade de Filosofia da Universidade Federal da Bahia, primeira mulher a lecionar no influente e prestigiado Colégio Atheneu Sergipense, onde cursara o secundário e também viria a se tornar a primeira diretora poucos anos depois. Após ter cursado a primeira turma do Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB), onde permaneu quatro anos como assistente da cadeira de História, dedicando-se à Pesquisa da História da Educação no Brasil, Maria Thetis foi nomeada pelo Ministério das Relações Exteriores a Diretora do Centro de Estudos Brasileiros na Argentina, onde permaneceu mais quatro anos, ao término dos quais retornou à Sergipe em 1968 para ocupar o cargo de professora titular de História do Brasil, História Contemporânea e Cultura Brasileira da recém criada Universidade Federal de Sergipe, onde, na qualidade de decana, foi por duas vezes Vice-Reitora e Professora Emérita ao se aposentar depois de 47 anos de serviços prestados ao magistério. De importância crucial para o ensino e magistério no estado de Sergipe, Maria Thetis não apenas deu a conhecer a história sergipana como se integrou a ela, ajudando a difundi-la ao mesmo tempo em que formava inúmeros intelectuais sergipanos.

Texto e imagem reproduzidos do blog: habeasmentem.wordpress.com

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Francisco Pimentel Franco (Chico da P. Franco)


Francisco Pimentel Franco, natural de Aracaju, foi morar ainda criança em Salvador, onde os pais administravam a loja “A Bahia Elétrica”, que oferecia um mix de produtos diversificados, como eletrodomésticos, lustres e itens de decoração, e onde chegou a trabalhar como balconista. Já na fase adulta, o homenageado retornou à terra natal como gerente da empresa P. Franco. Algum tempo depois, com 24 anos de idade, Francisco Franco marca a história de Sergipe, e da comunicação em particular, ao ser um dos fundadores da primeira emissora de televisão do Estado, a TV Sergipe.

Fonte: cadernomercado.com.br

sábado, 11 de agosto de 2018

Professor Vilder Santos


Publicado originalmente no Facebook/Antonio Samarone, em 10/08/2018

 “Gente sergipana - Professor Wilder Santos, conhecedor dos modos e modas do Aracaju. Uma memória da Sergipanidade. Humilde, educado (um gentleman). Um dos mais antigos sócio e frequentador do IHGSE. Quando preciso saber sobre Aracaju, e não encontro nos livros, recorro ou a Murillo Melins, ou a Wilder Santos. Professor, meu reconhecimento...”. (A. S.)

Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Antonio Samarone 

segunda-feira, 9 de julho de 2018

José Carlos de Souza


Nasceu em 29 de novembro de 1927, na cidade de Nossa Senhora da Glória,
filho de Antônio Francisco de Sousa e Maria da Graça de Sousa. Suas primeiras letras
foram aprendidas na escola pública de sua cidade, com as professoras Maria Rosa
Fontes Feitosa, Isaura e Júlia. Em 1944, prestou exame de admissão para o Colégio
Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora, em Aracaju; dando prosseguimento ao ensino
médio nos colégios Atheneu e Tobias Barreto, tendo atuação destacada nos grêmios
estudantis das duas escolas. Em 1951, foi aprovado no vestibular para 
Direito da Faculdade de Direito, quando também foi presidente 
do Centro Acadêmico Silvio Romero.

Foi diretor da Imprensa Oficial do Estado de Sergipe, diretor geral da
Assembleia Legislativa e, depois seu consultor jurídico. Exerceu o magistério em
diversos colégios: Colégio Jackson de Figueiredo, da Escola Técnica de Comércio de
Sergipe, do Colégio Tobias Barreto, do Colégio Tiradentes e do Colégio Estadual de
Sergipe. Destacou-se como professor de Francês, sendo fundador da Associação
Franco-Brasileira, e como presidente da Associação dos Professores do Estado de
Sergipe e presidente do Sindicato dos Professores de Sergipe.

Ocupou a direção do Departamento de Educação e Cultura de Aracaju, na
gestão do prefeito Godofredo Diniz; assumiu a Secretaria de Educação e Cultura do
Estado de Sergipe, no governo de Sebastião Celso de Carvalho. De 1963 a 1975, foi
membro do Conselho Estadual de Educação e, depois, conselheiro do Tribunal de
Contas do Estado de Sergipe.

Referência:
• SANTOS, Osmário. NASCIMENTO, Afonso (org.). MEMÓRIAS DE POLÍTICOS
DE SERGIPE NO SÉCULO XX. Aracaju: Gráfica Editora J. Andrade Ltda., 2002.
P.445-450.

Texto e imagem reproduzidos do site: cee.se.gov.br/arquivos/biografias

João Cardoso Nascimento Júnior


Filho de João Cardoso Nascimento e Dona Edelvina Brito Nascimento. Nasceu
em 1º de junho de 1918, no município de Piquete, no Estado de São Paulo. Na
infância, iniciou os estudos no Grupo Escolar de Piqueteem 1925, concluindo o
colegial no Salesiano São Joaquim no município de Lorena – SP. Em 1930, iniciou o
ensino secundário, porém não conclui, pois, após o falecimento de sua mãe, em 1932,
seu pai resolveu vir morar em Aracaju. O jovem, então, concluiu o ensino secundário
no Colégio Tobias Barreto e Atheneu Pedro II em 1934.

Cursou o ensino superior em Medicina, na Escola de Medicina e Cirurgia do
Instituto Hahnemaniano, no Estado da Guanabara em 1937, abandonando para
tratamento de saúde. Concluiu o curso de Medicina na Bahia, especializando-se em
tuberculose em 1945. No ano seguinte, já atuava como médico em Aracaju e professor
ministrando aulas na Escola de Serviço Social, no Instituto de Educação Rui Barbosa,
na Faculdade de Filosofia e na Faculdade de Medicina. Foi o primeiro reitor da
Universidade Federal de Sergipe, destacando-se em sua vida pública pela
“preocupação com a melhor qualidade de vida da infância em Sergipe”.

Referências:
• SILVEIRA, Jussara Maria Viana. Da Medicina ao Magistério: aspectos da
trajetória de João Cardoso Nascimento Júnior. UFS. Disponível em:
www2.faced.ufu.br/colubhe06/anais/arquivos/571JussaraMaria.pdf.
 Acesso em 17 de ago. 2012.

Texto e imagem reproduzidos do site: cee.se.gov.br/arquivos/biografias

Maria Thetis Nunes


Nascida em 06 de janeiro de 1923, na cidade de Itabaiana, filha de José
Joaquim Nunes e Maria Anita Barreto. Estudou o primário numa escola em Itabaiana,
dando sequência no curso preparatório com a professora Leonor Teles de Menezes,
visando ter acesso ao Atheneu Sergipense. Estudou na 
Faculdade de Filosofia da Bahia em 1943.

Professora de Geografia e História, licenciada pela Universidade Federal da
Bahia, lecionou no Colégio Estadual “Atheneu Sergipense”, sendo a primeira mulher a
dirigir aquele estabelecimento de ensino. Também deu aulas nos 
colégios Tobias Barreto e Patrocínio São José.

Pesquisadora consagrada da História de Sergipe tem vários livros publicados,
artigos e monografias, inclusive sobre a história da educação. Representou o estado
no Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB), com intuito de realizar pesquisas
sobre a realidade brasileira no período do nacional-desenvolvimentismo.

Dirigiu o Centro de Estudos Brasileiros, em Rosário, na Argentina, e ministrou
cursos de pós-graduação na Universidade do Litoral (Argentina). Lecionava na
Faculdade de Filosofia e na de Ciências Econômicas, posteriormente, na Universidade
Federal de Sergipe. Fez o inventário sobre a documentação brasileiro no Arquivo
Histórico Ultramarino de Portugal. Foi presidente do Instituto Histórico e Geográfico de
Sergipe, sendo reeleita por vários mandatos consecutivos e integrava a Academia
Sergipana de Letras. Já foi vice-reitora da UFS e a primeira mulher a assumir o cargo
de Reitora em exercício. Sergipe Colonial I, Sergipe Colonial II, História da Educação
em Sergipe, e Ensino Secundário e Realidade Brasileira são algumas das suas obras.

Referências:
• BARRETO, Luiz Antônio. Maria Thetis Nunes – uma professora e a história de
Sergipe. Portal Infonet. 30/10/2009. Disponível em:
www.infonet.com.br/luisantoniobarreto/ler.asp?id=91339&titulo=Luis_Antonio_Barreto .
Acesso em 30 de set. 2012.
• GRAÇA, Tereza Cristina Cerqueira & SOUZA, Josefa Eliana (org.). Catálogo
das Escolas Municipais de Aracaju. Aracaju: Editora Sercore, 2000.

Texto e imagem reproduzidos do site: cee.se.gov.br/arquivos/biografias

domingo, 8 de julho de 2018

Marcos Pinheiro Monteiro


Filho de Ernesto Valença Monteiro e Jolivea Pinheiro Monteiro nasceu em 06
de fevereiro de 1941no município de Laranjeiras. Fez os primeiros estudos com a
professora Zizinha Guimarães, concluindo o primário em Aracaju, no Educandário
Nossa Senhora Menina. No Colégio Atheneu, fez o ginásio até o segundo ano
científico, onde foi presidente do Grêmio Clodomir Silva, transferindo-se para o
Colégio Tobias Barreto até a conclusão.

Ingressou na Faculdade de Química de Sergipe, concluindo o curso em 1967.
Depois fez curso básico de Administração na PUC, complementando com curso de
extensão na Universidade Federal da Paraíba e inúmeros outros nos Estados Unidos
da América. Foi engenheiro químico da DESO.

Como professor, iniciou suas atividades ministrando aulas particulares de
química, no Colégio Estadual Atheneu Sergipense, Colégio de Aplicação e no Colégio
Salesiano. Fundou os cursos pré-vestibulares Butantã e Egenquine na década de 60,
o Educandário Alfredo Montes e o Colégio de Ciências Puras e Aplicadas – CCPA.

Referências:
• A Educação em Sergipe perde Marcos Pinheiro – Osmário Santos
usuarioweb.infonet.com.br/~osmario/igc_conteudo.asp?codigo=17019&catalogo=
5&inicio=24. Acesso em 12 de fevereiro de 2012.

Texto e imagem reproduzidos do site: cee.se.gov.br/arquivos/biografias

Marlene Alves Calumby


Nascida em Aracaju em 21 de outubro de 1950, filha de João Alves e Maria de
Lourdes Gomes. Iniciou seus estudos com a professora Celina, no Colégio Jackson do
Figueiredo, concluindo o científico. Estudou no Colégio das Irmãs Sacramentinas em
Salvador e ao retornar a Aracaju faz o curso pedagógico do Colégio Patrocínio São
José, no qual foi professora. Prestou vestibular no curso de Pedagogia pela
Universidade Federal de Sergipe formando-se em 1973. Cursou Direito na
Universidade Tiradentes-UNIT. Foi professora do Instituto de Educação Rui Barbosa,
da Escola Técnica Federal de Sergipe e da rede municipal de ensino de Aracaju nos
Colégios “Freitas Brandão” e “Presidente Vargas”, dentre outros. Dirigiu o Colégio
Estadual Atheneu Sergipense; prestou assessoria técnico-pedagógica à Secretaria
Municipal de Educação de Aracaju; dirigiu a Fundação Aperipê de Sergipe. É membro
da Academia Sergipana de Letras, membro do Tribunal de Justiça dos Esportes
Estudantis e membro da Confederação Brasileira de Handebol.

Texto e imagem reproduzidos do site: cee.se.gov.br/arquivos/biografias